
E-mail: heidegger@zipmail.com.br
Cidade: Porto Alegre - RS
Eu estava parada na rua
O menino de boné
Ele vai cantarolando
Eu não tenho café
Menino de Boné...
Por que o Boné?
Por que o café?
Eu esqueci o seu nome
Por que?
Por que?
Eu não tenho nem nome, nem sobrenome.
Sou belo
Tenho fé
Não má fé
Enviado em 20 de fevereiro de 2002.
pai da infÂncia
pai heroi
pai maior
pai forte, pai Deus...
PAi que não morre
pai que não sofre
pai que não teima
pai que brinca
pai bobo
pai criança
pai esperança
Enviado em 15 de maio de 2001.
Teu sorriso para sempre será meu
para sempre será
uma vez sempre será
Teu olhar
de ti sempre vi medo
Para sempre será
Aquele dia dos meus vinte anos
Como poderia saber que um encontro
qualquer
poderia ser para sempre
Sei de coisas
Senti algo
Deixei você para trás
mas jamais esqueci
tudo para sempre será
eterno será meu amor por você
meus vinte anos...
Enviado em 04 de março de 2001
É como injeção
Doi...aos poucos
Como doi...
Que pode um ser atolado e em prantos ter?
Enviada em 06 de dezembro de 2000.
Eu não sei mais quem sou
faço todos os dias coisas sem importância
quero voltar a ser criança
Nunca achei que teria mais de vinte e poucos anos...
Não quero encolher...
mas cada dia que passa diminuo...
preciso evoluir...
Não quero ter uma vida sem idéias...
Quero pintar um mundo real ...
Não quero um mundo de faz de conta...
Quero eu dirigir minha vida...
Quero dizer adeus quando tiver que dizer...
Isso é ser livre!
Quero chorar quando quiser chorar...
Quero sorrir quando quiser sorrir...
Amar quando quiser amar...
Enviada em 07 de setembro de 2000.
Quero dizer que seu sobrenome é muito dificil de escrever
Mas um dia fui amiga de uma Betty Friedman
Se colocassemos o n no lugar certo Freud diria que essa Betty é amiga dos homens...
Mas as mulheres precisam antes de ser amigas dos homens ...precisam ser amigas delas
mesmas.
Precisam ser humanas...
Não apenas filha,depois esposa-mãe...
Obrigada amiga Betty...As duas Betty que conheci foram importantes para minha vida-uma me
apresentou para outra.
Enviada em 07 de setembro de 2000.
Não sei o que é verdade
Ei de ter em qualquer idade
Não quero saber de maturidade
Ou será que achada é a felicidade?
Verdade ...esta na eternidade
Já vi o céu sem estrelas e o mar revolto
Sei de coisas que me espantam
mas não creio nelas
mesmo sendo verdades ditas
prefiro o não dito
serpentes colossais que entorpecem as mentes
pobres seres sinceros
ei de não encontrar a verdade com mais idade
Enviada em 01 de agosto de 2000.
Todos amam
Todos odeiam
Todos morrem
Todos pensam
Não quero mais sorrir
Não quero mais amar
Quero ser pedra
ou concha...conchinha
ei de viver por aí errante
num lugar distante
vou achar a eternidade
vou enfim encontrar a verdade
que é minha liberdade
que não precisa ter idade
nem felicidade
ei de ser um barco errante
vou navegar por todos os mares
e viver todos os horrores
pois viver é sofrer
e não sofrer
encontrarei as calmarias
nunca se sabe quais serão as melhorias
das almas que perdidas partem para lugares que não existem...doce ilusão
montros...podres
horrores misticos
mente podre pobre mente insana
Enviada em 18 de julho de 2000.
A solidão é uma mesa com um bom vinho...
Sol e o barulho do vento e das ondas do mar...
É o som das conchas...conchinhas...
É vontade de chorar ou de sorrir...forçadamente
ou simplesmente pensar...
Enviado em 21 de junho de 2000.
Estou pintando ...
minhas mãos estão cheias de tinta...
não sei pintar sem me pintar...
o quadro nunca fica pronto...
sempre vou mudando...
nunca fica bom...
meu pincel quebrou...
não tenho mais pincel de ponta fininha...
terei q fazer outro quadro...
quebrei outro pincel...
droga...mão estupida mão...
pesada ...amada mão ...
pinto com elas agora...danço com elas e com a tinta amarela...
o mundo é vermelho...
mas eu sou cor de rosa...
divina...divinamente luminosa...
mãos que trabalham...mãos poderosas...
é em minhas mãos que eu encontro a minha alma
Enviado em 21 de junho de 2000.
Ploc... ploc...pingos de chuva...
Chuva ...chuva
barulho de chuva...
cheiro de grama...
cheiro de terra... cheiro da minha infância...
ansia...de vômito...tontura...névoa branca...tontura torturante...chuvinha
calmante...como um amante...
chuva mansinha...
chuva fininha...
Poças ... pocinhas...
cheias de larvinhas...
passo levinho para não molhar o tenis azul clarinho...
A música da chuva começa a ficar mais forte...
gotas que me engolem aos poucos pouquinhos...
Tenho cinco reais no bolso...
Preciso pegar um taxi ou um ônibus para chegar à aula de pintura ... que loucura...
O carro quase me afogou...
aquele ônibus que passou fez cascatas nas calçadas estou perdidamente abandonada e
ensopada...
cinco reais só ... cinquinho... é preciso atravessar a rua
a rua do meu destino
que desatino...
corredores de ônibus...
tiram um fio de mim a cada segundo...
taquicardia...
coração acelerado...
que agonia...
se morresse agora estaria só ...
em pedaços nessa rua que parece que ninguem é visto...
triste fim...
passa carro...
passa onibus...passa como navalhas que a cada movimento ...
meu parece que posso desaparecer sem ser notada...
viro estatua de cera...
sem ser uma personalidade conhecida
talvez se morresse como estatua e de pé seria enaltecida e reconhecida sem precisar ser
quadro errante...
Vejo o moço abrindo o lixo...
é o homem do lixo...
sujo... cabelo sem ser cabelo...
roupas que não são mais roupas...
chuva que é chuva...
fome que é fome...
come umas massas que parecem ser vermes do lixo...
sorri com a agua da chuva...dentes apodrecidos e esquecidos
lá vai meus cinco reais...
graças a Deus ...
Bendito seja...
Ganhei um saco de supermercado para colocar na cabeça em troca...
chuva gelada
meus pes estavam encharcados...
as pontas dos dedos geladas...
e minha unha doia...
esqueci de apará-la...
chuva deixou meu tenis mais azul...
gostei da cor...
pintarei esse azul algum dia
Enviado em 17 de maio de 2000.
Continuo a andar na chuva...
mundo...
mudo...
mundo...imundo..
mundo...
moribundo...
inexorável...
amável...nem sempre...
mundo...
saco de plástico na cabeça
mundo na cabeça
pingos na cabeça
chuva...
idéia que não faz idéia
Eu não sou mais
o que era há um segundo atrás...
peguei carona agora
ando de carroça...puxo a carroça
de alguém que vende papéis...
o cavalo está babando...
ele tem sede...
e não bebe a água da chuva - pois não há tempo de tomar...
que atroz sou...
não tenho pena do animal...
que arrefecimento...
penso que perdi meus sentimentos...
agora vi ...percebo e ao mesmo tempo escapa-me a consciência - os pingos de chuva
amenizam o sofrimento... que bom que a chuva é fria...congela-me e faz eu sair de onde
estava...eu fujo... eu escapo dessa realidade...eu volto a ser o que tinha deixado de
ser...ou acredito que nunca mudo... que sou máquina - sempre a mesma coisa...é
tranquilizador... não ser um sirgador...escapar da dor...da solidão ...da falta de
algo...de ser, ter e fazer...temporalidade...sem sentido... uma criança que vê um mundo
já pronto... acabado...passado,presente e futuro...futuro que volta para o passado que
esta no presente...
pobre animal humano...
é um ser igual a mim...livre...
que anda com a carroça puxando papelão...
Que papelão: caminhão-homem, que corre muito - sem noção de perigo - não sabe ou
esqueceu de ser humano, pega o homem-carroça e mata...sangue ... vermelho e quente...as
pernas ficaram intactas...
só isso que sobrou ...vejo... o que me faz ver é um homem...ele é bípede...se fosse
outro animal teria quatro patas...
e está com um saco plástico na cabeça - mas de que adianta? Está morto agora... chuva
vai limpar o sangue...limpar a sujeira que ficou na rua...
vida continua...
eu ando com ela...
ainda vivo...
e ainda chove...
continuo andando na chuva.
chuva cai mais forte agora...eu esqueci o que vi...sou atroz... imune...sou máquina
...sou indiferente...aprendi a não ser gente...aprendi com o mundo...com a dor-com a
angústia do mundo...
com a chuva que apenas limpa indiferente o que esta sujo...
e o mundo é triste como a chuva...sigo em frente...me fazendo de gente...mas sei que não
sou mais nada...que diferença faz? Mundo imundo...chuva que me estressa...
Enviado em 19 de maio de 2000.
Não entendo os homens
São sempre senhores do tempo
e da mentira isso me faz sentir a impossibilidade e a insegurança desses seres
descabidos-esses francos atiradores...que na realidade não são nada sem nós mulheres...
Homens nunca falam nada quando muito esperamos
Um sorriso pode dizer muita coisa mas de nada adianta pois um sorriso pode ser falso já
as palavras sempre mostram sentimento...por isso os homens nunca falam...homens não tem
sentimentos
homens nunca são verdadeiros...são como fazendeiros que apenas pensam no seu próprio
umbigo- o resto apenas é um mal necessário:o casamento uma encrenca...mas por que casam?
Superprotegidos pelas mães...e a mãe não é eterna...precisam de outra mãe...
A esposa envelhece mais cedo...
esta no inconsciente psicológico coletivo do casal...mulher que deve ser mãe...igual a
minha mãe...
Homens são seres sem palavras
mulheres são seres que querem ser mãe apenas é por isso que se submetem aos caprichos
dos homens
esses seres que de nada sabem e que de tudo acham que entendem
Homens seres sem palavras
Quando confiar em um homem?
Qdo qualquer coisa que queira dizer não represente nada a você...nunca se apaixone
realmente por um homem-apenas faça que está apaixonada por ele e tire tudo que ele
tiver...pois os homens nunca falam a verdade...quando você menos esperar ele vai falar
que está gorda, velha e cheia de celulite e você nem vai perceber aquela barriga de
cerveja que ele tem pois tudo o que o homem tem é supervalorizado é sempre sinal de
status e sempre maravilhoso: um velho com uma mulher nova
tudo é sempre maravilhoso para os homens
pois eles nunca enxergam os seus defeitos
eles são seres egocêntricos pois suas mães o fizeram assim...
a mulher é responsável por esses seres boçais
só porque quer ser sempre mãe...
Palavras de homem ...nunca devem passar de palavras
Enviado em 20 de abril de 2000.
contribuicao: Moça entra na sala...
Sala de pena
pena no ar
pena no sofá
pena no chão
sangue na boca da gata sapeca
gata malvada-moça grita desesperada
Passarinho-Passarinha voa para cá e para lá na sala quadrada...
Penas para todo lado
gata malvada é presa no quarto da moça...
Passarinho-Passarinha agoniza em um canto da sala
moça treme de medo e de dó de Passarinho-Passarinha...
Pensa moça como pegar sem machucar
corre para todo canto atras de Passarinho-Passarinha...
Passarinho-Passarinha bate nas paredes que são como redes q o impedem de voar mais
longe...
Passarinho-Passarinha tá com medo da moça
Moça tá com medo de Passarinho-Passarinha...
Tem medo de pegar
e Tem dó de Passarinho-Passarinha...
Passarinho-Passarinha fugiu muito de moça
mas agora não tem mais vontade de fugir...
Passarinho-Passarinha deixa moça se aproximar
Passarinho-Passarinha já está na mão da moça
Deixa sem ela perceber a asinha levantada pois ainda não sabe o que moça pretende
Passarinho-Passarinha anda agora
é a moça que anda
mas passarinho-passarinha anda com a moça
Por um momento Passarinho-Passarinha fecha os olhos não resiste a dor... ou tenda pensar
como é estranho andar sem andar realmente
Passarinho-Passarinha anda pela primeira vez de elevador
mesmo assim sua dor não passar
Passarinho-Passarinha é visto por todos na mão da moça que o carrega com todo cuidado
Passarinho-Passarinha começa a cantar para esquecer a dor
De olhos abertos Vê todos que passam e perguntam o que está havendo...
Passarinho-Passarinha vai consultar
A médica examina com todo cuidado e chega a triste conclusão que Passarinho-Passarinha
esta morrendo...não tem mais jeito...
Pergunta se moça tem um tal de medicamento para passar na asinha...
Moça pensa e diz que não...
Médica diz que não tem jeito mesmo...
Passarinho-Passarinha fica dentro de uma caixinha cantando...esperando a morrer...
Como pode cantar ainda?
Passarinho-Passarinha morre
E começa a sair umas coisas branquinhas de sua barriguinha...
Médica diz que são vermes
Moça volta para casa e não almoça o frango que estava fazendo antes do acontecido...
Enviado em 08 de abril de 2000.
Eu preciso esquecer
não vou mais entender
Eu preciso crescer
não vou mais sofrer
Cantei sem chorar
Andei sem pensar
Amei sem realmente amar
Ei de não mais perdoar
Sei que não é fácil amar
Mas não quero mais ter que pedir perdão
Enviado em 05 de abril de 2000.
Meu amigo como vai?
Faz tempo que não sei por onde anda
Lembro do teu sorriso
E do seu jeito de falar sem me dizer uma palavra sequer...
Eu sei que faz um tempo que não escrevo
Esqueci do seu nome
Faz um tempo que não lembro mais das coisas
Envelhecer ...entristecer...alvorecer
Lembro de você no alpendre da casa de minha infância ...sinto cheiro de alfazema
Alquebrantavamos de tanto rir e brincar...
Nossa vida era tão simples e ao mesmo tempo tão complexa
Lembro-me das guerrinhas de alpiste
era alpestre
mas não deixava de ser gracioso
o modo que levavamos a vida
parece que quando fecho os olhos
vejo tudo novamente
você era tão altivo
e essa sua nobreza fazia-me feliz
onde quer que esteja meu grande amigo
espero que esteja bem
pois o bem que me fez é o que me faz feliz hoje
pois é bom viver quando se pode recordar
e todos os momentos foram mas os que vivi com vc
sempre estarão comigo
qdo fecho os olhos vejo tudo claramente
pinto o céu do passado
pinto o teu sorriso e pinto as palavras
ei de pintar teus olhos com aquele brilho distante
de alguém que esta sempre matutando
ou estudando algo a dizer...
onde quer que esteja meu amigo
espero que esteja bem.
Enviado em 30 de março de 2000.
Caminho pelas ruas
Meus pensamentos me preocupam
Meu sono anda precário
Fecho os olhos e vejo cores
Minha mente anda por ai -vaga ou errante...
Esse cheiro de tinta me entorpece
Me faz feliz
Meus pensamentos são coloridos
vejo todas as cores
vagalumes e arco iris
minha infancia foi cheia de flores
Carrego comigo a alegria da vida
Tenho peixinhos dourados
Peixinhos de todas as cores
Meu sorriso é ainda o mesmo de criança
ainda tenho comigo o brilho da esperança
Não sinto medo nem procuro a dor
Meus pensamentos me preocupam
Não sei pensar sem ver tudo colorido
minhas ilusões são vagalumes
minha alma é bela como as cores das rosas amarelas...
Não estou me sentindo bem
Vou dormir...e ver as cores das ruas e a beleza do pincel que faz nascer aa vida...a minha
vida...
Enviado em 18 de fevereiro de 2000.
Falas-me de Atena- a deusa de olhos brilhantes
Onde está Ulisses?
Posídon-portador da terra
Sente contra Ulisses pertinaz rancor
Tudo isso por causa do divino Polifermo...interfaces
vejo a face livida de um cadaver pensativo
por q não sei mais o q ver senão assombração!
Falas-me de dor...
só posso pensar em dor
ou chorar por saudades meu grande amor...
Quem será o mais forte de todos os Ciclopes...
Será minha dor ou meu amor?
Oh! Incansável Ulisses- onde estás?Oh! rei do Olimpo-permanecerá insensível?
Pobre Penélope...Pobre Telêmaco...
Onde está o prudente Ulisses?
é um infeliz que sofre
Tanto tempo longe
miserável é a filha de Atlas
Deste espírito malévolo que conhece os abismos de todo mar e sustenta sozinho as
potentes colunas que separam a terra do céu...Sua filha retém cativo o triste Ulisses...
Ela retém também a minha alma
interfaces
atroz é esse meu grande amor que parece não entrar mais em meu peito pois chora a
qualquer hora... atroz é todo luar
com todas as suas faces que mais parecem agulhas apontadas para meu coração ...
Eu apenas suplico derradeiro inferno que estou enfrentando...
Enviado em 15 de fevereiro de 2000.
Por que te amo tanto?
És tão belo
Tão radiante e tão cheio de crenças
Tenho tantos sonhos
Que os dias sejam melhores meu sofrido país
Tantas crianças que trabalham sem precisar
pois você é tão grande e poderia acabar com essa fome
Meu país tão cheio de pessoas boas
E tão cheio de lugares belos
Eu vejo Fósforos cantores
Água e amargores
nesses 500 anos vejo o tudo que teus filhos maus fizeram com a tua natureza e o teu povo
Tenho vergonha...
Choro
mas canto como um Irapuru
Acordo pensando em você
E sei que te amo cada dia mais
sou um ator sem traumas
queria ver sua alma
e deixar que seu brilho permaneça e sua alegria nunca acabe
um dia as marcas dessa injustiça vai desaparecer
e vamos renascer com os olhos confiantes
de uma nação capaz que esse espírito seja eterno e contagiante
Bartolomeu Dias
CaBral
Escravos e índios Brasileiros
Creio na história de meu pais
sou tão livre
e tão belo
o seu país sou e serei sempre
é nessa terra que alimentarei
depois de minha morte
e quero que ela seja prospera e que tenha filhos bons
somos um barco sem porto
mas teremos as esperanças renovadas
abracadabra! Faça Feliz essa terra amada! Perdemos a nossa identidade
vivemos em uma guerra
precisamos nos entorpecer de vontade própria
criar e sorrir...Sem fome...sem violencia
Enviado em 11 de janeiro de 2000.
Dee Dee Ramone passou hoje aqui
não sei mais o nome do cachorro dele
Estou tomando uma Tequila, Baby...
Não consigo mais pensar...
Lembrei de Gabriel , o Pensador
Cai...
passa a dor ...
sou apenas um sirgador
a música toca no meu radinho...
não sei porque sou fã dos Raimundos..
vivo só em mundos de
sangue, ouro e pólvora
É Natal ... jingle Bells...
Noite Feliz...Tchê Barbaridade ...
O velhinho sorri o guri ri
pão, vinho e vanerão
É o Natal no sul...
Enviado em 23 de dezembro de 1999.
Na idade das horas
ensabôo solidão
com o fantasma que me habita
E a noite desce
é só amar as nuvens...
Madrugada imensa
cri...cri...
é um
grilo que
lamenta... SONHANDO
Clandestino no sonho
Lírico
Onírico
Pura e bela é tua imagem
Teus olhos ingênuos brilham
Converso contigo, te abraço
Tornei-o
alguém
E te deixei bem ou Bem?
Sou agora uma mulher de joelhos...
Sob as rutilações da noite que acaba...
Abracadabra!
Fulvo renascer no claro das pupilas...
Enviado em 01 de junho de 1999.