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Cidade: Rio de Janeiro - RJ
Isto é verdade...
estará sempre faltando uma carta
para ganharmos o Jogo da Vida.
Estranho!
Ontem isto parecia uma tragédia e ...
hoje...
Que bom!
É um incentivo para jogar outra vez!
Será que viver vicia?
Enviado em 09 de fevereiro de 2000.
Gostaria que a caneta percorresse este papel
com a velocidade do vento.
Buscaria, assim, nas nuvens, enredos de
histórias, transitórias e eternas.
Faria da poeira das estrelas a tinta do
brilho das idéias.
Na cauda de um cometa eu afastaria da Terra
a tristeza e a dor.
Poderia derramar emoções como raios de luar,
atravessando as noites.
Transformaria raios de sol em poesia de
vidas encantadas neste planeta azul.
Ah! Se eu pudesse ser a velocidade do vento
para me transformar na respiração das artes!
Ressuscitaria o brilho da estrela em cada
ser vivente...
Criaria relâmpagos de alegria a irradiar-se
da Terra saudando o Universo.
Conseguiria imaginar um incrível arco-íris
noturno, cintilando nos raios de luar todas
as emoções de amor.
E, extasiada, perceberia o verde campo
magnético estabelecido entre a Terra e o Sol.
Corre, minha caneta... voa... veloz ventania
transformadora...
Cria sempre, minha caneta. Cria livre... uma
nova história, um novo tempo... AGORA.
Enviado em 19 de junho de 1999.