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Quem imaginaria um grupo de sisudos gerentes tentando superar os desafios de um simples videogame? Pois é: depois de anos de profissão e dezenas de cursos, os gerentes são convidados a largarem o cotidiano bancário e mergulharem numa deliciosa aventura em busca do lucro... virtual.

No GEFIN, o mercado financeiro é vivenciado com interatividade.

Validado em 1993, o GEFIN se destaca entre todos os cursos do Banco do Brasil pelo uso intenso de tecnologia: rede de computadores, telefonia, vídeo e televisão. Nele os participantes são convidados a participarem da simulação do mercado financeiro, num ritmo alucinante.

AS EQUIPES

São formadas até 10 equipes, cada qual representando um "banco", que ocupam salas onde estão computadores ligados em rede, televisores, impressoras, quadro-negro e ramais telefônicos. Mediando a relação, um "Banco Central" onde ficam 2 instrutores de conteúdo financeiro e 1 instrutor técnico, que coordenam as atividades através do uso de um pequeno estúdio de gravações, aparelhos de videocassete, diversos micros e um servidor que gerencia a rede privativa.

OS CENÁRIOS

Ao longo de 6 dias são testados vários cenários financeiros. Tais cenários são previamente preparados pelos instrutores de conteúdo, que não se restringem à reprodução de roteiros pré-estabelecidos. Periodicamente são gravados trechos de programas jornalísticos da televisão e produzidos, em estúdio, depoimentos de ministros e autoridades da área econômica. Tudo isso é veiculado oportunamente através do circuito interno de TV.

MULTIMÍDIA

A velha imprensa escrita também está presente, através da distribuição de tablóides com notícias diversas e notas econômicas. A finalidade é montar um contexto que possa nortear as decisões das várias equipes durante as transações financeiras simuladas.

O software gerencia todas as operações financeiras, monitoradas pelo "BACEN", que além de distribuir cenários impressos, altera regras e apresenta novos desafios conjunturais durante todo o período. Suas intervenções podem aparecer no próprio software, através de indicativos econômicos e financeiros, ou através do circuito de áudio (instruções) e vídeo (pronunciamentos e simulações de entrevistas e programas jornalísticos).

A moderna mídia é simulada em seus diversos níveis e os instrutores de conteúdo se esforçam para manter a visão do todo, que eles mesmos vão desenhando. Enquanto isso, os técnicos não se limitam à simples manutenção e operação dos equipamentos, mas observam a coerência das abordagens de conteúdo e o grau de interatividade dos participantes.

A sala de aula tradicional é utilizada poucas vezes no período. Observe-se, ainda, que o próprio sistema computacional foi por diversas vezes considerado superior a similares do mercado bancário.

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